segunda-feira, 29 de agosto de 2011

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É café que não acaba!

Uma pesquisa feita pelo LSPA (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola) e divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou que o café ainda é o principal produto capixaba marcando um aumento de +31,25% na produção. O Estado é responsável por 25% do cultivo deste produto no Brasil.
Outro produto que teve destaque na pesquisa foi o alho que tem previsão de aumento de +232,56%. A atratividade dos preços justifica o espaço que o produto esta tendo.

A
pesquisa ainda prevê crescimento na produção de outros produtos, até o final de suas safras: Café em grão (+31,25%), Batata-inglesa (2ª safra) (+25,79%), Banana (+20,30%) e Laranja (+19,99%). Por outro lado, nota-se maior queda para a produção de Mandioca (-17,40%).
O café continua sendo o produto capixaba com maior participação na produção nacional (26,4%), com aumento de +31,25% na produção. “A maior parte continua sendo destinada ao cultivo do café, e, segundo as previsões, mais de 90% de sua área plantada será colhida”, afirma a Presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Ana Paula Vitali Janes Vescovi.

Os municípios de Jaguaré, Vila Valério, Sooretama, Nova Venécia, Pinheiros, Linhares e Rio Bananal são os que mais se destacam produção de café.

Conilon x Arábica
O Café Arábico é destaque na região de montanhas e Brejetuba continua sendo o município responsável pela maior produção. Já o Conilon, tem grande parte de seu cultivo nas mesorregiões Noroeste e Litoral Norte e em Jaguaré se concentra a maior parte de sua produção.
Devido à facilidade de cultivo, o Conilon tem uma produção maior. Seus grãos são menores e a polpa é menos espessa, além de ser mais barata a produção. Porém, o sabor do arábica é mais completo quanto ao aroma, doçura e acidez. Já o Conilon tem um paladar mais neutro e amargo.
100 anos de Conilon
O Espírito Santo comemora neste ano os 100 anos da chegada do Café Conilon. O responsável por trazer o produto foi Jerônimo Monteiro. O primeiro município a produzir mudas e a plantar foi São Gabriel da Palha, incentivado pelos ex-prefeitos Eduardo Glazar e Dario Martinelli.
O Conilon ganhou espaço na economia capixaba com a crise da erradicação das lavouras de arábica, em 1975, quando eram produzidas 200 mil sacas do produto.
Quer ficar por dentro de tudo que acontece na agricultura capixaba? clique aqui e conheça o site da Faes (Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Espirito Santo)

Minhas apostas para o VMA 2011

A melhor premiação de clipes dos Estados Unidos acontece hoje, 28, em Los Angeles e será transmitida pela MTV Brasil. Os indicados foram anunciados há um mês mas só agora fiz minhas apostas. Confiram:

Clipe do Ano: Katy Perry – "Firework"

Melhor Videoclipe Feminino - Beyoncé - "Run The World (Girls)" - Lady Gaga – 'Born This Way'

Melhor Videoclipe Masculino - Cee Lo Green - "Fuck You" - Justin Bieber – ‘U Smile’

Melhor Videoclipe de Hip Hop - Nicki Minaj - "Super Bass"

Melhor Novo Artista - Wiz Khalifa - "Black and Yellow" - Tyler, The Creator – 'Yonkers'

Melhor Videoclipe Pop - Britney Spears - "Till The World Ends"

Melhor Videoclipe de Rock - Foo Fighters – "Walk"

Melhor Colaboração - Pitbull feat. NE-YO, Nayer & Afrojack - "Give Me Everything" - Katy Perry e Kanye West - 'E.T.'

Melhor Direção de Arte - Lady Gaga - "Judas" - Adele – ‘Rolling in the Deep’

Melhor Coreografia - LMFAO feat. Lauren Bennett & GoonRock - "Party Rock Anthem" - Beyoncé – 'Run the World (Girls)'

Melhor Direção de Fotografia - Beyoncé - "Run The World (Girls)" - Adele – ‘Rolling in the Deep’

Melhor Direção - Katy Perry feat. Kanye West - "E.T." -

Melhor Edição - Katy Perry feat. Kanye West - "E.T." - Adele – ‘Rolling in the Deep’

Melhores Efeitos Especiais - Katy Perry feat. Kanye West - "E.T."

terça-feira, 23 de agosto de 2011

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Você tem medo do transporte que utiliza?


Uma pesquisa sobre locomoção urbana feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) junto ao Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) apontou que mais de 50% da população tem medo de sofrer um acidente ou ser assaltado utilizando o meio de locomoção que mais usa entre sua residência e seu local de trabalho ou estudo.

Os que mais se preocupam com assaltos ou acidentes são os usuários de motocicleta, como é o caso do técnico de informática Paulo André dos Santos Lima, 25, que mora em Vila Velha e trabalha em Vitória. Ele reconhece que a moto, por ser um veículo ágil, acaba sendo o meio de transporte mais requisitado por assaltantes.

“Quanto aos acidentes, considero toda a segunda ponte e a Rodovia Carlos Lindemberg como os trechos mais perigosos do meu trajeto. Já no quesito assalto, em frente ao Clube Náutico Brasil existe um semáforo que demora muito para abrir, esse seria o trecho mais propício aos assaltos”, afirma.

A pesquisa ainda mostra que os que menos se preocupam são aqueles que se locomovem à pé.

Mulheres têm mais medo

Para as mulheres, o medo de ser assaltada ou de sofrer um acidente é maior. 55% delas têm medo “sempre” ou “na maioria das vezes”. A universitária Fabiana Nunes, 18, comprova o estudo. “Sinto muito medo de assaltos e o horário que me acho mais vulnerável aos assaltantes é a noite, quando volto do curso”, diz.

Nas periferias – cidades da região metropolitana das capitais –, 69% da população tem medo “sempre” ou “na maioria das vezes” de assalto e 61% de acidente, quanto utiliza seu principal meio de locomoção. O medo é menor nas capitais (59% para assalto e 55% para acidente) e nas cidades do interior (44% para assalto e 45% para acidente).

Com relação às regiões geográficas do País, a Região Sul tem o menor percentual de pessoas com medo “sempre” ou “na maioria das vezes” que usa seu principal meio de locomoção: 37% de assalto e 33% de acidente.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

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Conheça o cotidiano de estudantes que moram em repúblicas

Todo universitário tem um colega que mora em uma república. Essas acomodações geralmente são bagunçadas, e a república onde o estudante de Jornalismo Acácio Rodrigues mora não é diferente. Já a república da aluna Danielle Saquetto é arrumada, pois conta com uma faxineira toda semana, o que facilita a vida dela e das moradoras.

São estudantes que vieram de outros lugares à procura de um ensino melhor, já que muitas cidades não têm faculdades ou cursos de interesse deles. Buscando gastar menos, optam morar em repúblicas, dividindo o espaço com vários outros jovens.
Rodrigues é especialista no assunto. Saiu da cidade de Rio Novo do Sul aos 15 anos e foi morar em uma república em Alegre. Com ele moravam 16 pessoas, divididas em oito quartos. Mais tarde, essa república foi reduzida a apenas seis pessoas. Há três anos Acácio se mudou para outra república, em Vitória, onde mora junto com sete pessoas. Já Danielle é mais nova no assunto: saiu de Colatina e veio para Vitória fazer faculdade apenas no ano passado.
Bagunças
Sobre a divisão das tarefas os dois dizem que em suas repúblicas cada um é responsável por suas bagunças e nas duas paga-se uma faxineira para a limpeza. Na república de Rodrigues, não há limpeza dos quartos, e o próprio fica responsável por isso.
Danielle tem o direito de receber quem quiser, mas no caso de visitantes que vão permanecer por um tempo maior, este fato deve ser avisado com antecedência às outras moradoras. Já na de Rodrigues é bem diferente: visitas do sexo oposto ao do "republicano" não são permitidas. Quanto ao horário, nas duas repúblicas não existem limites.
Na divisão de contas, em ambas tudo é dividido igualmente entre os moradores. Danielle não acha o custo de vida alto, mas Rodrigues acha um absurdo o que ele gasta hoje comparado aos gastos na antiga república. “Em Alegre, o preço da casa era 350 reais mais a luz, dividindo tudo entre seis. Hoje, pago 300 reais de aluguel, mais 20 reais da faxineira e uns 40 reais de internet e luz”, contou.
Rodrigues e Danielle foram obrigados a aprender a cozinhar. Mas quando a preguiça não deixa, ele prefere procurar o restaurante mais próximo. E sempre existe o miojo, que é o salvador de todos.