domingo, 29 de agosto de 2010

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X-Factor

O X-Factor é um programa originalmente britânico, parecido com o American Idol. A empresa responsável por ele, é a Syco TV, do criador e jurado do programa, Simon Cowell. Diferentemente dos outros programas parecidos, o X-factor recebe influência direta dos jurados. Cada um fica responsável por um grupo e tem o direito de escolher a música e montar toda a performance do candidato. O TOP 12 é dividido em 3 sub-grupos com 3 participantes em cada: garotas, garotos, grupos e candidatos acima de 25 anos. Outra diferença do programa, são as audições com platéia.

A atração que está em sua sétima temporada, já teve a oportunidade de desvendar muitas estrelas. Entre elas, Leona Lewis, conhecida pelo seu grande hit "Bleeding Love", que foi uma das músicas mais ouvidas mundialmente. Mais recentemente, também temos como destaque a Alexandra Burke, que já emplacou vários hits no Reino Unido, "Bad Boys" foi sucesso absoluto nas paradas britânicas. E não são so os vencedores que se destacam. Podemos falar dos irmãos gêmeos Jedward e da Diana Vickers que aos poucos conseguiram seu espaço no mundo da música. Já foram contabilizados 49 vencedores em todo o mundo. Digo no mundo, pois a franquia de sucesso já tem várias versões mundialmente. E em breve, os EUA também terá a sua.

Atualmente o programa tem como jurados oficiais, Simon Cowell, Dannii Minogue, Louis Walsh e Cheryl Cole, tendo como convidados de bancada as cantoras, Katy Perry, Pixie Lott, Nicole Scherzinger, Geri Halliwel e Natalia Imbruglia . Foi exibido ontem, o segundo episódio da temporada. Eu que tive a oportunidade de assistir aos dois episódios, agora farei alguns comentários de alguns participantes que se destacaram pelo talento, ou pelo não talento.

Primeiro episódio

Foi um episódio fraco em comparação aos episódios das temporadas passadas. Fiquei apaixonado pela Katie Waisal, a garota que quer ser a nova Madonna, mas pra mim, pareceu mais a nova Cindy Lauper. O resto era descartável. Principalmente a louca do autotune, Shirlena Johnson, que simplesmente assassinou "Mercy" da Duffy; e o grupo Jahm, que acabou com "Bad Romance" da GaGa. Não posso deixar de comentar a participação da convidada do dia, a ex-SpiceGirl Geri Halliwel, que não parou de falar um segundo. Tendo a oportunidade de ter uma edição especial durante o programa, dela falando e as pessoas dormindo e fazendo cara de tédio na platéia.

Segundo episódio

No segundo episódio, tive a oportunidade de conhecer a simpática Mary Byrne, quase uma Susan Boyle 2.0. Ela simplesmente arrancou aplausos de toda a platéia, e vários "sim" emocionados dos jurados. Outro paritcipante que eu simplesmente amei, foi o pintor Matt Cardle, que arrazou cantando "You Know I'm No Good", da polêmica Amy Winehouse. Já o grupo The Reason cantou "Fight For This Love", da jurada Cheryl Cole, e apesar de só um do grupo ter destaque vocal nessa apresentação, o grupo é ótimo. O palhaço desse episódio foi Michael Lewis, a cópia mal feita do falecido rei do pop, Michael Jackson.

Um perigo para os ouvidos

É comum no dia-a-dia vermos o uso de fones de ouvido. Com o advento dos aparelhos de ouvir música, muitas pessoas passaram a ficar mais desligadas da realidade. É normal vermos pessoas isoladas e rendidas ao seu mp3. Mas é bom lembrar que apesar dele levar o prazer que o usuário necessita, pode trazer problemas sociais e de saúde ao indivíduo.

Se já não bastasse os problemas auditivos relacionados ao cotidiano da cidade, agora se destaca nas clínicas a reclamação de perda da audição devido aos mp3 e suas variáveis. Apesar de pequenos, esses aparelhos podem ter um volume máximo igual a de uma britadeira.

No geral, a exposição tolerada é de no máximo oito horas diárias a ruído, contínuo ou alternado, com média considerada por hora de 85 decibéis (unidade de medida para sons), ou seja, superior a esse número o ruído já pode causar lesões auditivas. No caso do uso de fones de ouvido, o correto é usar menos da metade da potência do aparelho, pois há variações de marcas e modelos. Além de não ultrapassar o tempo de duas horas contínuas de exposição.

Os fones de inserção são mais perigosos ainda para a audição, já que potencializam o som. Esses fones, criados para serem postos dentro do ouvido, têm o problema de enviarem toda a energia diretamente para dentro do canal auditivo. É importante estar atento ao volume, tempo de uso diário e a sensibilidade individual para essa exposição. Se ao desligar o aparelho, o usuário ter uma sensação de perda auditiva passageira, já deve ficar atento.

Alguns sintomas que podem indicar um possível problema auditivo são: dificuldade em saber de onde vêm os sons; costume de pedir para que os outros repitam o que falaram; reclamação de que você não escuta bem; mania de deixar aparelhos eletrônicos num volume mais elevado que outras pessoas; dificuldade em entender diálogos com ruídos no ambiente em que se encontra; e dificuldade em acompanhar conversas em grupo.

Se uma pessoa estiver com mais de três desses sintomas, ela está com uma diminuição auditiva. Sendo necessária a procura de um Otorrinolaringologista para que ele faça os procedimentos necessários e possa detectar possíveis lesões auditivas. “Quanto mais cedo o diagnóstico menor serão as chances de uma surdez”, orienta a fonoaudióloga Deborah Fonteles.

Além da perda auditiva, o uso de fones torna a pessoa mais desatenta, podendo provocar acidentes e o isolamento da pessoa. A estudante Camilla Gomes, do 2º Período de Jornalismo, utiliza o transporte universitário para chegar à faculdade e diz que já foi motivo de piadas por ouvir som alto e se isolar do resto dos usuários do veículo. “Já fui chamada de autista”, diz Camilla.

E essa foi mais uma matéria postada por mim no Faesa Digital.

sábado, 14 de agosto de 2010

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A arte de grafitar

O graffiti é considerado uma das formas artísticas mais expressivas da arte pós-moderna. Ligado à cultura hip-hop, ele está presente em todas as cidades, dando o colorido que todo centro urbano precisa.

A arte do graffiti surgiu a partir da década de 60 em NewYork, EUA. E iniciou-se com a escrita ou “tag”, assinatura do artista, nas estações de metrô. A princípio era feita com marcadores e, posteriormente, houve o advento dos spraies. Passando também a ser difundida em mais lugares.

Com o tempo, o graffiti conquistou a indústria, que passou a produzir bicos de spraies adaptados para esse público. Durante esse período, os filmes passaram a retratar o graffiti nas filmagens, ajudando na divulgação dessa arte.

"É muito amplo definir a origem dessa arte, já que ela nasceu na rua. Há uma diversidade muito grande nos estilos e ainda há discriminação com ela, pela forma de expressão audaciosa", relata o grafiteiro capixaba, Ficore.

Sobre a questão da ilegalidade, é complicado para os grafiteiros, já que algumas vezes eles utilizam paredes sem a autorização dos donos. E quando voltam para registrar a obra, ela foi apagada. Os palestrantes não consideram a pixação como vilões, pois, ambos, saíram da mesma vertente, apenas as propostas que são diferentes. Para eles é mais importante se expressar.

O graffiti exige estudo das técnicas e da história para poder determinar o estilo do grafiteiro. Às vezes, a linguagem utilizada só será entendida pelos grafiteiros, pois a princípio a letra era utilizada para marcar território.

O graffiti no Espírito Santo

Já no Espírito Santo, o graffiti surgiu nos anos 80 e ganhou força a partir dos anos 90. Grande parte das pinturas era feita com rolo e látex. Não existia o uso do spray. Nesse período, foi criado o primeiro grupo de amigos, a União dos Grafiteiros Independentes (UGI) formado por B-Boys, garotos que praticam o breakdance, ligados ligados ao hip-hop.

Nos anos 2000, alguns grafiteiros do Estado passaram a desistir da atividade por não terem condições financeiras para comprar as tintas. Outros saíram do Estado em busca de informações e novas técnicas. Os materiais utilizados, atualmente, são os spraiers e os caps, bicos introduzidos às latas, para aplicação do spray.